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Análise de Estratégia e Desenvolvimento

Estamos num momento chave para as empresas mundiais e nacionais. Está no momento de definir objetivos e tomar as decisões estratégicas com vista ao atingimento dos mesmos.

A economia e as metodologias das empresas não vão poder voltar ao que eram na realidade pré COVID e isso não é necessariamente algo negativo.

São nos momentos de rupturas que se criam as maiores oportunidades de crescimento e sucesso, para aquelas empresas que estão preparadas para identificar e agir face a essas oportunidades.

A economia nacional vai receber nos próximos 10 anos uma injeção de liquidez como nunca se registou no mesmo intervalo. A correta utilização dessa oportunidade por parte das empresas em se prepararem para as próximas décadas, irá determinar o futuro das mesmas.

Faça um estudo às opções estratégicas e de desenvolvimento da sua empresa para aproveitar as oportunidades e estar entre as empresas que vão crescer sustentadamente na economia pós COVID.

Marque a sua reunião sem qualquer compromisso para falarmos sobre a sua empresa.

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Portugal2020 - Apoios a fundo perdido para a inovação nas empresas nacionais.

Apoios a fundo perdido para a inovação nas empresas nacionais.

Está a decorrer o prazo das candidaturas para a promoção da inovação nas empresas nacionais.

Projectos para a criação de novos produtos/serviços ou melhoria dos produtos/serviços existentes com elevada incorporação nacional para o mercado interno e internacionalização. Está igualmente abrangida a criação de novos estabelecimentos ou aumento da capacidade dos já existentes.

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A economia mundial: Desaceleração sincronizada, perspectivas precárias

por Gita Gopinath*

A economia mundial está em uma desaceleração sincronizada e estamos, mais uma vez, rebaixando a previsão de crescimento em 2019, para 3%, o ritmo mais lento desde a crise financeira mundial. O crescimento continua a ser enfraquecido pelo aumento das barreiras comerciais e das tensões geopolíticas. Estimamos que as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China reduzirão cumulativamente o nível do PIB mundial em 0,8% até 2020. O crescimento também está sendo pressionado por fatores nacionais específicos em várias economias de mercado emergentes, bem como por forças estruturais, como o baixo crescimento da produtividade e o envelhecimento demográfico nas economias avançadas.

Na edição de outubro do relatório World Economic Outlook, projetamos uma melhoria modesta do crescimento mundial, para 3,4% em 2020 – ou seja, outra correção para baixo de 0,2% em relação a nossas projeções de abril. Contudo, ao contrário da desaceleração sincronizada, essa recuperação não é ampla e permanece precária.

A debilidade do crescimento é causada por uma forte deterioração da atividade da indústria transformadora e do comércio mundial, com tarifas mais altas e uma incerteza prolongada quanto à política comercial prejudicando o investimento e a demanda por bens de capital. Além disso, a indústria automobilística está se contraindo devido a uma gama de fatores, como as perturbações decorrentes das novas normas sobre emissões na área do euro e na China, que tiveram efeitos duradouros. No geral, o crescimento do volume do comércio no primeiro semestre de 2019 caiu para 1%, o nível mais fraco desde 2012.

Em contraste com a debilidade do comércio e da indústria transformadora, o setor de serviços continua a resistir em quase todo o mundo, o que vem mantendo o dinamismo dos mercados de trabalho e o vigor do crescimento da massa salarial e dos gastos de consumo nas economias avançadas. Contudo, já se observam os primeiros sinais de abrandamento no setor de serviços nos Estados Unidos e na área do euro.

A política monetária tem sido importante no apoio ao crescimento. Na ausência de pressões inflacionárias e em face do enfraquecimento da atividade, os principais bancos centrais acertaram em baixar os juros para reduzir os riscos de deterioração do crescimento e prevenir a desancoragem das expectativas de inflação. Em nossa avaliação, sem esse estímulo monetário, o crescimento mundial seria 0,5 ponto percentual mais baixo, tanto em 2019 como em 2020.

As economias avançadas continuam a desacelerar em direção a seu potencial de longo prazo. A previsão de crescimento foi corrigida para 1,7% em 2019 (em comparação com 2,3% em 2018) e deve se manter nesse nível em 2020. A solidez das condições do mercado de trabalho e o estímulo proporcionado pelas políticas estão ajudando a compensar o impacto negativo do enfraquecimento da demanda externa nessas economias.

O crescimento nas economias em desenvolvimento e de mercados emergentes também foi corrigido para baixo, para 3,9% em 2019 (em comparação com 4,5% em 2018), devido, em parte, às incertezas em torno do comércio internacional e das políticas internas e à desaceleração estrutural na China.

A ligeira elevação do crescimento mundial em 2020 é impulsionada pelas economias em desenvolvimento e de mercados emergentes, que deverão registrar uma recuperação do crescimento para 4,6%. Cerca de metade dessa melhoria decorre de recuperações ou de recessões menos profundas em mercados emergentes sob estresse, como Argentina, Irã e Turquia, e o restante advém de recuperações em países onde o crescimento foi acentuadamente inferior em 2019 em relação a 2018, como Arábia Saudita, Brasil, Índia, México e Rússia. No entanto, existe uma incerteza considerável em torno dessas recuperações, sobretudo quando se prevê que as principais economias, como Estados Unidos, Japão e China, desacelerem ainda mais em 2020.

A escalada dos riscos

Além disso, existem vários riscos de deterioração do crescimento. A intensificação das tensões comerciais e geopolíticas, incluídos os riscos relacionados ao Brexit, poderia perturbar ainda mais a atividade econômica e prejudicar uma recuperação já frágil das economias de mercados emergentes e da área do euro. Isso poderia ocasionar uma mudança abrupta do sentimento de risco, perturbações financeiras e uma inversão dos fluxos de capitais para as economias de mercados emergentes. Já nas economias avançadas, a inflação baixa poderá enraizar-se e restringir ainda mais a margem de manobra da política monetária no futuro, limitando sua eficácia.

Políticas para redinamizar o crescimento

Para dar novo fôlego ao crescimento, as autoridades econômicas precisam remover as barreiras comerciais por meio de acordos duradouros, conter as tensões geopolíticas e reduzir a incerteza em torno das políticas internas. Essas medidas podem contribuir para renovar a confiança e revitalizar o investimento, a indústria transformadora e o comércio. Nesse sentido, aguardamos com interesse mais detalhes sobre o recente acordo provisório entre a China e os Estados Unidos. Consideramos positiva qualquer ação para reduzir as tensões e reverter as medidas comerciais tomadas recentemente, sobretudo se conduzir a um acordo amplo e duradouro.

Para superar outros riscos para o crescimento e aumentar o produto potencial, a política econômica deve apoiar a atividade de maneira mais equilibrada. A política monetária não pode ser a única opção. Deve ter o respaldo da política fiscal, desde que ela disponha de margem de manobra e que sua atual orientação já não seja demasiado expansionista. Países como a Alemanha e os Países Baixos devem aproveitar as taxas de captação baixas para investir em capital social e infraestrutura, mesmo de um ponto de vista puramente de custo‑benefício. Se o crescimento vier a sofrer um desgaste mais grave, talvez seja necessária uma resposta fiscal coordenada internacionalmente, adaptada às circunstâncias de cada país.

Embora a flexibilização da política monetária tenha apoiado o crescimento, é essencial adotar hoje uma regulação macroprudencial eficaz para evitar a precificação incorreta dos riscos e o acúmulo excessivo de vulnerabilidades financeiras.

Para que o crescimento seja sustentável, é importante que os países façam reformas estruturais para aumentar a produtividade, melhorar a resiliência e reduzir a desigualdade. As reformas nas economias em desenvolvimento e de mercados emergentes também são mais eficazes quando já existe um quadro de boa governança.

Em suma, as perspectivas mundiais permanecem precárias, com uma desaceleração sincronizada e uma recuperação incerta. Com um crescimento de 3%, não há espaço para erros de política e as autoridades econômicas precisam agir urgentemente para apoiar o crescimento. O sistema de comércio mundial tem de ser aperfeiçoado, e não abandonado. É necessário que os países trabalhem juntos porque o multilateralismo continua a ser a única solução para enfrentar questões importantes, como os riscos decorrentes das alterações climáticas, os riscos da cibersegurança, a elisão e a evasão fiscais, e para lidar com as oportunidades e desafios das tecnologias financeiras emergentes.

Artigo FMI: A economia mundial: Desaceleração sincronizada, perspectivas precárias (imf.org)

*Gita Gopinath é Conselheira Econômica e Diretora do Departamento de Estudos do Fundo Monetário Internacional (FMI). É professora da cátedra John Zwaanstra de Estudos Internacionais e Economia do Departamento de Economia da Universidade de Harvard, de onde está licenciada.

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Sector agrícola - Apoio a fundo perdido para a construção de charcas

Abriram as candidaturas para projectos com vista à construção de lagos/charcas em empresas de explorações, transformação e comercialização de produtos agrícolas.

 

Apoio máximo de 50% a fundo perdido para projectos até 500 mil euros.

 

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Sector agrícola - Segundo apoio a fundo perdido para instalação de paineis solares

Abriram as candidaturas para projectos com vista à aquisição e instalação de sistemas fotovoltaicos em empresas de transformação e comercialização de produtos agrícolas.

 

Apoio máximo de 65% a fundo perdido para projectos até 200 mil euros.

 

Candidaturas até 02-08-2021

 

 

Não perca esta oportunidade de reduzir os seus custos energéticos.

 

Entre em contacto para agendarmos uma reunião e ajudarmos na criação e candidatura do seu projecto.

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Consultoria Fiscal - Podemos ajudar a poupar nos impostos sem custos

Estamos novamente na altura de apurar o IRC e as Taxas Autónomas.

 

Já verificou a quais benefícios fiscais a sua empresa pode ter direito?

 

 

 

 

Consultoria Fiscal

 

Podemos ajudá-lo a analisar todos os encargos fiscais suportados pela sua empresa e propor-lhe todos os benefícios e isenções em que se enquadra, de modo a reduzir a sua carga fiscal e não pagar mais do que deveria pagar.

 

Não fazemos contabilidade, trabalhamos em parceria com o seu contabilista.

 

Não há custo para a sua empresa, apenas recebemos uma percentagem das poupanças que conseguimos obter. Sem poupanças não há lugar a qualquer pagamento pelo nosso trabalho.

Podemos marcar uma reunião? Pode responder a este e-mail com a sua disponibilidade para agendarmos.

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Consultoria Fiscal - Que benefícios fiscais pode usar para pagar menos este ano?

Mais uma vez está na altura do ano de apurar o IRC e as Taxas Autónomas.

 

Já verificou a quais benefícios fiscais a sua empresa pode ter direito?

 

 

Consultoria Fiscal

 

Podemos ajudá-lo a analisar todos os encargos fiscais suportados pela sua empresa e propor-lhe todos os benefícios e isenções em que se enquadra, de modo a reduzir a sua carga fiscal e não pagar mais do que deveria pagar.

 

Não fazemos contabilidade, trabalhamos em parceria com o seu contabilista.

 

Não há custo para a sua empresa, apenas recebemos uma percentagem das poupanças que conseguimos obter. Sem poupanças não há lugar a qualquer pagamento pelo nosso trabalho.

Podemos marcar uma reunião? Pode responder a este e-mail com a sua disponibilidade para agendarmos.

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Consultoria Fiscal - o que pode poupar em impostos?

Com o início de um novo ano, está no momento de estudar uma nova política fiscal para a sua empresa com o objectivo de optimizar a sua estratégia fiscal.

 

Já conhece todos os benefícios fiscais a que a sua empresa pode ter direito e como poupar em IRC e as Taxas Autónomas.

 

 

Consultoria Fiscal

 

Com nosso projecto de apoio Fiscal, nos propomos analisar a estratégia fiscal usada pela sua empresa, nomeadamente em TSU, IRC, Taxas autónomas, etc. e verificar se é possível implementar novas estratégias e benefícios ao abrigo do quadro legal em vigor, de modo a reduzir a carga fiscal total suportada pela sua empresa anualmente.

Não fazemos contabilidade, coordenamos as estratégias fiscais com o vosso contabilista.

Este projecto é numa óptica de “no win no pay”, ou seja, os honorários são uma percentagem do que que a sua empresa poupa durante 12 meses. Sem poupança não há lugar a quaisquer honorários.

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Consultoria Fiscal - poupe no seu custo em impostos

Começamos um novo ano e um novo Orçamento de Estado. A sua empresa já sabe qual a melhor estratégia fiscal para a sua empresa, de modo a não pagar mais impostos do que normalmente irá pagar?

 

Já conhece todos os benefícios fiscais a que a sua empresa pode ter direito e como poupar em IRC e as Taxas Autónomas.

 

 

Consultoria Fiscal

 

Com nosso projecto de apoio Fiscal, nos propomos analisar a estratégia fiscal usada pela sua empresa, nomeadamente em TSU, IRC, Taxas autónomas, etc. e verificar se é possível implementar novas estratégias e benefícios ao abrigo do quadro legal em vigor, de modo a reduzir a carga fiscal total suportada pela sua empresa anualmente.

Não fazemos contabilidade, coordenamos as estratégias fiscais com o vosso contabilista.

Este projecto é numa óptica de “no win no pay”, ou seja, os honorários são uma percentagem do que que a sua empresa poupa durante 12 meses. Sem poupança não há lugar a quaisquer honorários.

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Consultoria Fiscal sem custo para a sua empresa

Está um novo ano fiscal a começar. A sua empresa já definiu a sua estratégia fiscal para este ano, de modo a não pagar mais impostos do que normalmente irá pagar?

 

Já estudou todos os benefícios fiscais a que a sua empresa pode ter direito e como poupar em IRC e as Taxas Autónomas

 

 

Consultoria Fiscal

 

Com nosso projecto de apoio Fiscal, nos propomos analisar a estratégia fiscal usada pela sua empresa, nomeadamente em TSU, IRC, Taxas autónomas, etc. e verificar se é possível implementar novas estratégias e benefícios ao abrigo do quadro legal em vigor, de modo a reduzir a carga fiscal total suportada pela sua empresa anualmente.

Não fazemos contabilidade, coordenamos as estratégias fiscais com o vosso contabilista.

Este projecto é numa óptica de “no win no pay”, ou seja, os honorários são uma percentagem do que que a sua empresa poupa durante 12 meses. Sem poupança não há lugar a quaisquer honorários.

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Sector agrícola - Apoio a fundo perdido para instalação de paineis solares

Abriram as candidaturas para projectos com vista à aquisição e instalação de sistemas fotovoltaicos em empresas de exploração, transformação e/ou comercialização de produtos agrícolas.

 

Apoio máximo de 70% a fundo perdido para projectos até 50 mil euros.

 

Candidaturas até 14-07-2021

 

 

Não perca esta oportunidade de reduzir os seus custos energéticos.

 

Entre em contacto para agendarmos uma reunião e ajudarmos na criação e candidatura do seu projecto.

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Consultoria Fiscal

Estamos na altura do ano de apurar o IRC e as Taxas Autónomas.

 

Já estudou todos os benefícios fiscais a que a sua empresa pode ter direito?

 

Já definiu a sua estratégia fiscal para este ano de modo a, no próximo ano, não pagar mais imposto do que poderia pagar?

 

 

Consultoria Fiscal

 

Podemos ajudá-lo a analisar todos os encargos fiscais suportados pela sua empresa e propor-lhe todos os benefícios e isenções em que se enquadra, de modo a reduzir a sua carga fiscal e não pagar mais do que deveria pagar.

 

Não fazemos contabilidade, trabalhamos em parceria com o seu contabilista.

 

Não há custo para a sua empresa, apenas recebemos uma percentagem das poupanças que conseguimos obter. Sem poupanças não há lugar a qualquer pagamento pelo nosso trabalho.

Podemos marcar uma reunião? Pode responder a este e-mail com a sua disponibilidade para agendarmos.

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Nova fase de candidaturas Apoiar.PT

Está a decorrer o prazo para mais uma fase de candidaturas de projetos ao Apoiar.PT a fundo perdido e o reforço das candidaturas já aprovadas.

A sua empresa já se candidatou?

 

Candidaturas a apoios a fundo perdido

 

Já verificou se a sua empresa é elegível aos apoios? Já verificou se reunia os critérios de elegibilidade?

 

Podemos analisar a sua elegibilidade e realizar a sua candidatura para que não perca esta oportunidade de ter apoios que podem chegar até 68.750,00 euros*.

 

Podemos marcar uma reunião? Pode responder a este e-mail com a sua disponibilidade para agendarmos.

* Apoio máximo para uma pequena empresa.

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Candidaturas Apoiar.PT

Está a decorrer o prazo para as candidaturas de projetos ao Apoiar.PT a fundo perdido.

 

A sua empresa já se candidatou?

 

Candidaturas a apoios a fundo perdido

 

Já verificou se a sua empresa é elegível aos apoios? Já verificou se reunia os critérios de elegibilidade?

 

Podemos analisar a sua elegibilidade e realizar a sua candidatura para que não perca esta oportunidade de ter apoios que podem chegar até 40.000,00 euros*.

 

Podemos marcar uma reunião? Pode responder a este e-mail com a sua disponibilidade para agendarmos.

* Apoio máximo para uma pequena empresa.

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Fim do prazo de candidaturas Apoiar.PT

 

Está a chegar ao fim o prazo para mais uma fase de candidaturas de projetos ao Apoiar.PT a fundo perdido.

 

A sua empresa já se candidatou?

 

Candidaturas a apoios a fundo perdido

 

Já verificou se a sua empresa é elegível aos apoios? Já verificou se reunia os critérios de elegibilidade?

 

Podemos analisar a sua elegibilidade e realizar a sua candidatura para que não perca esta oportunidade de ter apoios que podem chegar até 103.125,00 euros*.

 

Podemos marcar uma reunião? Pode responder a este e-mail com a sua disponibilidade para agendarmos.

* Apoio máximo para uma pequena empresa.

 

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Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (SI ID&T) - PI 1.2

Área geográfica dos beneficiários :

Regiões NUTS II do Continent- Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve.

Natureza dos beneficiários:

Empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica e Entidades não empresariais do Sistema de I&I.
 

Taxas de Financiamento:

  • Empresas

A taxa máxima de incentivo a atribuir é a que ficar estabelecida de acordo com o previsto no artigo 71.º do RECI no que respeita à tipologia I&D empresas, com excepção dos investimentos na NUTS II Lisboa, em que a taxa máxima é de 50%

  • Entidades não empresariais do Sistema de I&I

A taxa de incentivo a aplicar é a que resultar do previsto no n.º 3 do artigo 71.º do RECI no que respeita à modalidade projetos em copromoção,  com exceção dos investimentos na NUTS II Lisboa, em que a taxa máxima é de 50%. Sem prejuízo destas disposições e conforme previsto no n.º 4 do mesmo artigo, devem as ENE do SI&I, para poderem beneficiar da taxa de 75%, verificar as condições elencadas no Anexo C do Aviso.

 

Formas e limite dos apoios:

Incentivo não reembolsável e reembolsável, nas seguintes condições:

Empresas:

  • - Projetos com um incentivo inferior ou igual a 1 MEUR por beneficiário - incentivo não reembolsável;
  • - Projetos com um incentivo superior a 1 MEUR por beneficiário - incentivo não reembolsável até ao montante de 1 MEUR, assumindo o montante do incentivo que exceder este limite a modalidade de incentivo não reembolsável numa parcela de 75% e de incentivo reembolsável para a restante parcela de 25%, sendo que esta última parcela será incorporada no incentivo não reembolsável sempre que o seu valor for inferior a 50.000 euros

Entidades não empresariais do sistema de I&I: incentivo não reembolsável

 

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A Globalização – O Monstro papão ou a vítima de um péssimo marketing?

A Globalização é uma realidade incontestável, se olharmos com isenção e racionalidade, desde o início da cultura humana, com os seus pontos negativos e positivos.

Já desde os primórdios, em que o homo sapiens sapiens vivia em comunidades constituídas por pequenas tribos, que existia interação entre tribos, não apenas para a constituição de “casamentos”, de modo a diversificar a riqueza genética das tribos, mas fundamentalmente para a realização da troca de produtos entre si. Se considerarmos que o mundo conhecido por essas tribos era limitado às distâncias percorridas durante as suas migrações, bem como as tribos com as quais interagiam eram limitadas às que conheciam nessas migrações, podemos dizer que as trocas que praticavam entre tribos eram a globalização possível a essas tribos, pois eram trocas realizadas em todo o “mundo” por eles conhecido.

 

Do mesmo modo, com a criação das cidades e, posteriormente, dos estados, esteve sempre muito presente a necessidade e a vontade de fazer trocas comerciais com o restante mundo conhecido, sendo que os enclaves comerciais foram sempre focos de extrema riqueza e poder para as populações e estados onde ficavam esses enclaves. Ainda hoje ainda assim o é. Aliás, o comércio não trazia apenas a disponibilidade de produtos, como também o conhecimento e o debate de novas ideias e informações, fomentando o desenvolvimento das ciências, da cultura e do pensamento.

 

Nós os portugueses somos a prova da força e atração da globalização, uma vez que fomos os grandes promotores da globalização como hoje a conhecemos. Fomos nós que abrimos o mundo ao mundo e criámos as primeiras redes comerciais verdadeiramente globais ao nível do nosso planeta.

Assim sendo, é impossível fugirmos ou recusarmos a globalização e os seus efeitos. Podemos sim e devemos mesmo o fazer, é fazer a globalização pender, em termos de saldo nacional, mais ao nosso favor em lugar de contra nós.

Para isso temos de deixar de recusar a globalização e usar as regras da mesma para promover o nosso crescimento e o desenvolvimento da riqueza da nossa sociedade.

 

Em primeiro lugar, as pessoas têm de deixar de lado o seu egoísmo extremo.

Por exemplo, a população europeia não aceita e consideramos muito bem, abdicar das conquistas sociais que marcam a sociedade e economia dos países EU desde o fim da segunda guerra mundial. No entanto, em lugar de comprarem produtos made in EU, ou até USA, países democráticos e com sistemas sociais diferentes, mas que procuram cuidar das suas populações, compram produtos made in China ou algum outro país onde o custo da mão-de-obra é muito mais baixo, não apenas pelos salários mais baixos mas igualmente por os benefícios sociais que essas populações têm são quase nulos.

Se os cidadãos europeus querem manter os seus direitos conquistados, têm de mostrar às empresas que o seu “voto económico” é consumir o made in que lhes garanta manter o seu sistema social, ou seja, manter produção dentro dos blocos económicos que garantam os seus desejos.

Outra opção, já que muitas vezes é impossível comprar dados produtos sem serem made in China, por exemplo, é comprar made in China mas de marca ocidental, mostrando que não se quer comprar marcas que não sejam nossas.

Deste modo promove-se a manutenção das empresas e postos de trabalho dentro dos blocos económicos ocidentais, uma vez que os principais mercados da produção dos países sem sistemas sociais de apoio à sua população, como é o caso da China, o que potencializa o custo de mão-de-obra tão baixo, são a EU e os USA.

 

No entanto, mesmo esta alteração de comportamento não irá impedir a destruição de postos de trabalho em alguns sectores. Isso é impossível, pois haverá sempre sectores onde será impossível manter essas actividades a funcionar de forma competitiva dentro do nosso território. Por esse motivo existirão sempre vozes contra a globalização, como é natural, já que as pessoas que vêm os seus postos de trabalho desaparecerem e sentirem, que devido à globalização, estão a ser jogados num vazio de incertezas, vão sempre sentir que estão a ser sacrificados. Contudo, se os estados olharem para as suas capacidades, geográficas, humanas e de conhecimento e planearem, a longo prazo, uma estratégia de aumentar a sua competitividade em sectores de maior valor acrescentado, o saldo líquido da globalização será sempre positivo e as pessoas que vêm esfumar os seus postos de trabalho, terão a oportunidade de serem requalificados e encontrar um novo posto de trabalho potencialmente mais rentável do que o anterior.

 

A globalização também cria postos de trabalho, não somente os destrói, no entanto é a gestão dos estados que faz a globalização ser boa ou má, não apenas na qualidade dos governantes, mas também na qualidade dos cidadãos e a sua inteligência de com as suas decisões individuais indicarem às empresas a rentabilidade de manterem as suas fábricas e postos de trabalho dentro do território.


Artigo europeu sobre a globalização:https://www.europarl.europa.eu/news/pt/headlines/economy/20190603STO53520/os-beneficios-da-globalizacao-economica-na-europa

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Baterias vs Hidrogénio

Faz duas décadas que defendemos que o futuro, sendo extremamente benéfico para Portugal, cujo potencial de se tornar uma economia exportadora de energia é enorme, é o hidrogénio com base na produção da energia renovável e na fonte de matéria-prima (água) no mesmo local.
Portugal é o país da UE com maior riqueza em fontes de energia renovável por km2.
 
Em termos de da indústria automóvel, retira o problema da autonomia/potência versus peso. O peso das fuel cells é mínimo e o depósito de hidrogénio pode-se comparar com o peso dos actuais depósitos. Ficando a sua produção muito mais económica do que a produção na opção alimentado com as baterias, quando já contabilizamos o custo das mesmas. Além disso, não tem um tempo de vida delimitado como têm as baterias que implica um custo bastante significativo aos proprietários no momento da sua substituição.
 
Em termos culturais, é muito mais pacifica a substituição dos combustíveis fósseis pelo hidrogénio, uma vez que o comportamento e os gestos são os mesmos, ir a uma bomba de abastecimento, colocar a mangueira no “depósito”, pagar e seguir viagem, sem qualquer troca bateria ou tempo de carga.
 
No prisma ambiental, a produção do hidrogénio, com base na energia renovável, conjuntamente com a produção das fuel cells, têm uma pegada ecológica em todo o seu ciclo de vida imensamente menor que a das baterias.
https://www.pnas.org/content/116/14/6624?fbclid=IwAR1m5Zug0p1EZlQvihYq0a_EciGTD-o6_U1G9bNsG8DySk8Yc5ZkxTkKU-E